Diplomacia Cultural no Governo Vargas

Segundo as autoras Leila Bijos e a Verônica Arruda, a diplomacia cultural emerge como uma das mais completas ferramentas capazes de consolidar a posição brasileira em lugar destacado no cenário internacional, por permitir um intercâmbio entre os ganhos de cunho político, econômico e de cooperação. O chamado poder brando se utiliza da persuasão e da atração para conseguir os objetivos, e o instrumento utilizado para tal empreendimento seria a atração cultural e a atração por valores políticos e ideológicos, destacando-se uma cultura e uma ideologia atraentes, servindo de marco para que os outros países o acompanhem em suas ações. O soft power é mais utilizado por aqueles países que não possuem vantagens na área militar ou econômica, e portanto se utilizam de meios alternativos para exercer influência. Porém, soft power não é o único mecanismo da diplomacia cultural, mas é um dos mais utilizados.

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A Era Pós-Snowden

No dia 06 de Junho de 2013, The Guardian (jornal britânico) postava reportagens sobre um esquema da CIA (Agência Nacional dos Estados Unidos, ou NSA), denunciado por um ex-funcionário da agência Edward Snowden, sobre espionagem em massa a diversos Estados do mundo, gerando uma crise diplomática e consequências até hoje. Este esquema de espionagem que Snowden expôs já estava ocorrendo pelo menos desde o governo Bush (o presidente da Guerra ao Terror, da tragédia do 11 de Setembro de 2001) foi um choque em proporções globais quando os demais países ficaram sabendo. Dentro das Relações Internacionais estudamos alguns princípios básicos para a existência e manutenção do Sistema Internacional como autodeterminação dos povos e o mais importante para este texto: soberania dos Estados.

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