Diplomacia Cultural no Governo Vargas

Segundo as autoras Leila Bijos e a Verônica Arruda, a diplomacia cultural emerge como uma das mais completas ferramentas capazes de consolidar a posição brasileira em lugar destacado no cenário internacional, por permitir um intercâmbio entre os ganhos de cunho político, econômico e de cooperação. O chamado poder brando se utiliza da persuasão e da atração para conseguir os objetivos, e o instrumento utilizado para tal empreendimento seria a atração cultural e a atração por valores políticos e ideológicos, destacando-se uma cultura e uma ideologia atraentes, servindo de marco para que os outros países o acompanhem em suas ações. O soft power é mais utilizado por aqueles países que não possuem vantagens na área militar ou econômica, e portanto se utilizam de meios alternativos para exercer influência. Porém, soft power não é o único mecanismo da diplomacia cultural, mas é um dos mais utilizados.

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Vamos falar sobre fascismo?

Obedecendo a votação do Instagram, desde que 95% dos votos foram a favor de uma postagem sobre fascismo aqui estamos. Desde que criei o Intolerâncias Internacionais na outra plataforma venho querendo escrever sobre este tema, porém, falar sobre o fascismo requer tanto estudo quando qualquer outro post que fiz e farei neste site, só que um pouco mais cauteloso, com um cuidado especial. E qual a razão de ter cautela para falar sobre este tema? É porque não sabemos realmente o que é o fascismo, por quê e como ele surge. E assusta, porque ele pode estar mais próximo de você do que imagina. Além de termos muitos sensos comuns relacionados, o que dificulta o entendimento do tema.Leia mais »