Vamos falar sobre: aborto (parte II)

Há algumas semanas o Intolerâncias Internacionais trouxe um debate um tanto quanto polêmico, sobre o aborto. Tratamos sobre a forma como a Legislação Brasileira e outras legislações ao redor do mundo lidam com o assunto. E o final da discussão se teve com o argumento de que, sendo o corpo da mulher dela, ela deve ser livre para escolher manter ou não uma gravidez. Se não se sentir bem em seguir com essa gravidez, por qualquer motivo, deve lhes ser dado todo o aparato do Estado para que o aborto seja feito nas condições mais seguras.

Porém, como o objetivo deste blog é trazer fatos, argumentos, exemplos, vimos a oportunidade e a necessidade da argumentação nesse assunto, visto que, até então no Brasil, só há o retrocesso na lei em relação ao aborto. Atualizações sobre a PEC 29/2015, ainda está em tramitação no Senado Federal.

Esta discussão foi adaptada e retirada de postagens do Facebook, Instagram e Twitter sobre o assunto. Trazendo os argumentos mais utilizados que não abordamos na primeira edição desse ‘Vamos falar sobre’.

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Montevideo Celíaca, sem lactose e Veggie

Depois de uma pausa, voltamos com algumas dicas e impressões sobre o Uruguai, especificamente Montevideo. Assim que planejamos nossa rota sabíamos que enfrentaríamos algumas dificuldades, principalmente por causa do glúten, porém, acabaram não sendo pelo que pensávamos.

Durante nosso caminho foi difícil para achar lugares com opções, entretanto, em Montevideo, foi diferente. Achamos alguns locais com opções sem glúten.

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Diplomacia Cultural no Governo Vargas

Segundo as autoras Leila Bijos e a Verônica Arruda, a diplomacia cultural emerge como uma das mais completas ferramentas capazes de consolidar a posição brasileira em lugar destacado no cenário internacional, por permitir um intercâmbio entre os ganhos de cunho político, econômico e de cooperação. O chamado poder brando se utiliza da persuasão e da atração para conseguir os objetivos, e o instrumento utilizado para tal empreendimento seria a atração cultural e a atração por valores políticos e ideológicos, destacando-se uma cultura e uma ideologia atraentes, servindo de marco para que os outros países o acompanhem em suas ações. O soft power é mais utilizado por aqueles países que não possuem vantagens na área militar ou econômica, e portanto se utilizam de meios alternativos para exercer influência. Porém, soft power não é o único mecanismo da diplomacia cultural, mas é um dos mais utilizados.

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